Sergio Vidigal é contra relatório da Reforma Trabalhista

Sergio Vidigal é contra relatório da Reforma Trabalhista

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Sergio Vidigal é contra relatório da Reforma Trabalhista
Sergio Vidigal é contra relatório da Reforma Trabalhista

O relatório substitutivo da Reforma Trabalhista discutida na Câmara dos Deputados foi lido na quarta-feira (12) na Comissão Especial que discute as mudanças.  Sergio Vidigal é contra relatório da Reforma Trabalhista. Membro titular da Comissão da Reforma Trabalhista, o pedetista acredita que o projeto é uma grave retirada de direitos trabalhistas.

No primeiro momento, o pedetista demonstrou indignação com o presidente da Comissão e o relator do projeto. “Essa comissão tinha um plano de trabalho que foi desrespeitado. Mais uma vez damos um exemplo negativo ao não respeitar o acordo que estabelecia a leitura do parecer para o dia 4 de maio”.

Sergio Vidigal afirmou que o relatório da reforma trabalhista é a prova de que tudo que está ruim, pode piorar.

“Nada está tão ruim que não possa ficar pior. Está aqui o relatório do projeto de lei da Reforma Trabalhista para provar isso. O principal responsável pelo projeto, o trabalhador, manifestou contrário a essa proposta. E estamos fazendo aquilo que interessa a meia dúzia de brasileiros”.

O pedetista afirmou que desde a terceirização o trabalhador começou a ser tratado como lago descartável.

“Estão tratando o trabalhador como se ele fosse descartável. Aliás já começou com a ser descartável com a aprovação da terceirização da forma que foi aprovado nessa casa. O principal responsável pelo projeto, o trabalhador, manifestou contrário a essa proposta. E estamos fazendo aquilo que interessa a meia dúzia de brasileiros”.

Projeto Urubu

Durante a leitura do relatório, Sergio Vidigal afirmou que o projeto é uma grave retira de direitos.

“Essa reforma tinha eu ser chamada de “Projeto Urubu”, porquê é uma ave que só ataca sua presa quando ela não tem condição de defesa. É a posição do trabalhador brasileiro hoje. São 13 milhões desempregados, salários achatados, baixo poder aquisitivo. E estamos fazendo legislação para penalizar o trabalhador”.

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