Imprensa

0 3
Vidigal aprova lei que autoriza delegado a adotar medidas protetivas a mulher
Vidigal aprova lei que autoriza delegado a adotar medidas protetivas a mulher

O Senado Federal aprovou, nesta terça-feira (10) o projeto de lei 36/2015, do deputado federal Sergio Vidigal (PDT-ES) que define procedimentos do atendimento policial e pericial especializado nos casos de violência contra a mulher. A matéria segue para sanção presidencial.

Com a sanção da nova lei, o delegado poderá decretar essas medidas se verificar a existência de risco atual ou iminente à vida ou integridade física e psicológica da vítima ou de seus dependentes. Na legislação atual, essa é uma prerrogativa exclusiva dos juízes.

Segundo o projeto, a medida concedida pelo delegado só será admitida em caso de risco real ou iminente à vida ou à integridade física e psicológica da mulher e de seus dependentes. A proposta prevê ainda o direito a atendimento policial especializado e ininterrupto, realizado preferencialmente por profissionais do sexo feminino.

Sergio Vidigal comemorou a aprovação da matéria, no Dia Nacional Contra a Violência à Mulher, e disse que é um passo importante na ampliação dos direitos das mulheres que sofrem com a violência doméstica: “É uma medida protetora e necessária para as vítimas. Sob o ponto de vista psicológico, a vítima também se sentirá mais segura em narrar o seu caso para outra mulher”, comentou.

A proposta acrescenta artigos à Lei Maria da Penha para dar diretrizes a esse atendimento quando da inquirição da vítima ou de testemunha de violência doméstica.

“A violência doméstica em pleno século 21 é uma mancha para a nossa sociedade. Não podemos permitir nenhum tipo de violência contra as mulheres”, defendeu o deputado.

O parlamentar lembra que, dados do instituto Datafolha e do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, mostram que mais de 50% das mulheres não denunciam a violência sofrida. Sem contar que 43% das agressões ocorrem dentro da residência da vítima e 61% das agressões são feitas por pessoas conhecidas da mulher.

Medidas

O Ministério Público também deverá ser consultado sobre a questão no mesmo prazo, de um dia. As providências complementares para proteção da vítima, chegando até mesmo à prisão do suposto agressor, poderão ser pedidas pelo delegado ao juiz.

A matéria ainda ressalta a necessidade de que os estados e o Distrito Federal priorizem, no âmbito de suas políticas públicas, a criação de delegacias especializadas no atendimento à mulher e de núcleos de investigação voltados ao crime de feminicídio.

Mais proteção

Ao ouvir o depoimento da vítima, a equipe deverá atuar de modo a preservar a integridade física, psíquica e emocional da depoente devido à sua condição peculiar de pessoa em situação de violência doméstica, além de garantir que ela, familiares ou testemunhas não terão contato direto com investigados ou suspeitos e com pessoas a eles relacionados.

Deverão ainda ser evitados interrogatórios, nos âmbitos criminal, cível e administrativo ou questionamentos sobre a vida privada, de modo a lembrar, de maneira dolorosa, os momentos em que ela esteve sob o jugo do agressor, nos âmbitos criminal, cível e administrativo ou questionamentos sobre a vida privada.

0 2
Campanhas sobre mudanças no clima poderão ter mais recursos
Campanhas sobre mudanças no clima poderão ter mais recursos

Com as constantes mudanças no clima, é necessário ampliar a divulgação de campanhas que mostrem às pessoas consequências do aquecimento global. Para isto, o deputado federal Sergio Vidigal (PDT-ES) apresentou o Projeto de Lei 8628/2017, que visa incluir a promoção de campanhas de conscientização sobre as mudanças climáticas entre as destinações para os recursos do Fundo Nacional sobre Mudança do Clima (Fundo Clima).

A atual legislação já permite o investimento de recursos do Fundo em ações educacionais que tratem do grave problema do aquecimento global e das mudanças climáticas provenientes dele. Mas, de acordo com Sergio Vidigal, é preciso garantir ampla divulgação dessas medidas.

“Acreditamos que apenas as campanhas regulares permitirão levar à população, aos empresários, aos investidores, aos agentes públicos e aos consumidores que é necessário mudar nosso modo de produzir e consumir. Caso contrário não apenas nossas vidas, mas a própria vida do planeta estará em risco”, comentou o parlamentar.

O projeto de lei inclui a expressão “campanhas de conscientização” no inciso I do parágrafo 4º do artigo 5º da Lei do Fundo Nacional sobre Mudança do Clima para permitir a veiculação de ações que esclareçam à população as consequências do aquecimento global. Essas campanhas deverão ser divulgadas em diferentes formatos e veículos.

“É urgente a necessidade de se reduzir emissões de gases de efeito estufa, de modo a evitar um aumento ainda maior da temperatura do planeta. Para isto, as pessoas precisam ser conscientizadas de como agir diante desses fatos”, reiterou o parlamentar.

Aquecimento global

O aumento da emissão de gases de efeito estufa (GEEs), como o dióxido de carbono (CO2), é considerado a principal causa do aquecimento global e das mudanças no clima. No Brasil, a maior parte das emissões de GEEs na atmosfera é causada pelo desmatamento.

As consequências desses fenômenos já podem ser observadas. Nos últimos anos, com a elevação do nível do mar, derretimento de geleiras, intensificação de tempestades, dos períodos chuvosos e de secas, entre outros acontecimentos.

 

0 7
"A privatização da Eletrobrás é mais uma irresponsabilidade do Governo Federal", afirma Vidigal

Durante audiência pública com o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, nesta terça-feira (26) na Câmara dos Deputados, o deputado federal Sergio Vidigal (PDT-ES) afirmou estar preocupado com a privatização da Eletrobrás e questionou o ministro sobre qual o objetivo de vender empresa.

“Mais uma irresponsabilidade desse governo de querer privatizar um setor que é estratégico. Os países mais importantes do mundo como Estados Unidos, Canadá, China, Austrália, todos eles mantêm controle no sistema energético. E aqui no Brasil querem fazer o inverso, quer entregar o sistema energético na mão da iniciativa privada”, comentou.

Por outro lado, o ministro comentou que a Eletrobrás foi responsável por apenas 15% do aumento da capacidade instalada de energia no país nos últimos cinco anos. E que os 85% restantes são resultado do investimento de outros agentes, em especial do setor privado.

Sergio Vidigal afirmou durante a audiência pública que hoje a maior geradora de energia elétrica do Brasil já é uma empresa estatal chinesa, a “China Three Gorges” e que a empresa já demonstrou interesse na compra da Eletrobrás.

“Imagine, vocês, o Brasil tendo o seu potencial energético gerenciado por empresas internacionais com capital estrangeiro. Nós não podemos permitir. Esse foi meu questionamento, solicitei ao ministro que a gente possa realmente fazer uma reflexão e paralisar esse processo”, destacou o deputado.

“O que é pior que isto é entregar na mão do capital estrangeiro. Hoje, a maior geradora de energia elétrica do Brasil já é uma empresa estatal chinesa. Imagine, vocês, o Brasil sendo gerenciado o seu potencial energético com empresas internacionais com capital estrangeiro. Nós não podemos permitir”.

O deputado ainda lembrou que esse processo de privatização vai penalizar o consumidor brasileiro, principalmente de baixa renda, que precisa de investimentos na área social. E deixou um recado para o ministro e ao presidente em exercício:

“Vão cuidar das denúncias que estão aqui nesta Casa contra vocês e respeite o país. Nós, brasileiros, queremos ser governados e gerenciados por brasileiros”, ressaltou.

0 9
Supersalários: Vidigal questiona MPF sobre altos salários de procuradores
Supersalários: Vidigal questiona MPF sobre altos salários de procuradores

O deputado federal Sergio Vidigal (PDT-ES) questionou o Procurador Regional da República e Secretário Jurídico do Ministério Público Federal (MPF), Alexandre Camanho de Assis, sobre altos salários de procuradores.

A pergunta foi feita durante audiência pública da Comissão Especial da Câmara dos Deputados (Projeto de Lei 6726/2016), que limita os salários acima do teto constitucional nos Três Poderes.

Sergio Vidigal perguntou sobre o alto salário de 97% dos membros do Ministério Público de São Paulo, que recebem acima do teto do funcionalismo público, graças a gratificações, auxílios, indenizações e outras benesses. A informação foi veiculada pelo jornal a Folha de São Paulo em abril deste ano.  Vidigal indagou se esses “penduricalhos” não poderiam ser considerados como uma forma de burlar o disposto na Constituição Federal.

A esse questionamento o procurador informou que Conselho do Ministério Público já começou a fazer uma avaliação das parcelas pagas a cada unidade da federação para no final para que não haja pagamentos acima do teto do funcionalismo público.

“Nós temos que dar uma presunção de legitimidade a essas parcelas que estão sendo outorgadas pelo Ministério Público”, disse.

O deputado também questionou sobre a legalidade em torno do auxílio-moradia que é dado a procuradores que trabalham no interior do Brasil.

De acordo com o pedetista, é inadmissível que procuradores recebam o benefício, mas médicos e professores, profissões essenciais para o país, não tenham o benefício quando se deslocam para essas localidades.

“O senhor não acha que o professor e o médico que precisam trabalhar em um local que também não têm profissionais, deveriam ter direito a auxílio-moradia?”, questionou o deputado.

Alexandre Camanhos respondeu que atualmente há aproximadamente 1.200 procuradores pelo país para mais de 200 milhões de habitantes, o que obriga o deslocamento desses profissionais.

E ressaltou que o Ministério Público espera que médicos e professores sejam remunerados da melhor maneira possível . “A luta do Ministério Público é que essas categorias essenciais sejam retribuídas de acordo com a dignidade que lhes são próprias”, comentou.

Outra pergunta do parlamentar ao procurador foi sobre a legalidade das gratificações recebidas por causa de exercício acumulativo da profissão.

O representante da Procuradoria Regional disse que o número de procuradores desproporcional ao da população torna o trabalho da categoria mais cumulativo.

“Na medida em que há menos procuradores, eu tenho que exceder a minha atribuição e trabalhar como se fosse mais um colega. Assim, é  preciso ter uma contrapartida repositiva extraordinária”, disse.

0 3
Vidigal cobra à ANTT e ao Ministério dos Transportes acordos firmados com a Eco 101
Vidigal cobra à ANTT e ao Ministério dos Transportes acordos firmados com a Eco 101

O deputado federal Sergio Vidigal (PDT-ES) solicitou ao Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil, e à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) cópias de todos os documentos que contenham os acordos firmados com a Concessionária Eco 101, responsável pelas obras da BR 101/ES.

Sergio Vidigal pede cópias dos documentos ao ministro, Maurício Quintella Lessa, e ao Diretor –Geral da ANTT, Jorge Bastos, para poder garantir que todo o cronograma de obras proposto pela Eco 101 seja cumprido no prazo estabelecido.

“Queremos o comprometimento de que todos os acordos firmados com a concessionária sejam cumpridos nos prazos estabelecidos e que nos sejam enviadas cópias de todos os documentos já firmados entre a ANTT e a ECO 101, para que possamos acompanhar os trâmites de cada acordo e cobrar as devidas providências”, comentou o deputado.

O pedetista reitero que, durante reunião da Comissão Externa que Fiscaliza as Obras da ECO 101 realizada na última terça-feira (19) na Câmara dos Deputados, Jorge Bastos afirmou que as obras da rodovia devem ser retomadas até o final de outubro.

Vidigal comenta sobre outro fato preocupante que foi a publicação da Medida Provisória de nº 800/2017, pelo Governo Federal, que permite a prorrogação, por até 14 anos, do prazo para a conclusão de investimentos em duplicação de rodovias concedidas.

“O fato é preocupante, pois pode servir como embasamento para que a ECO 101 postergue a duplicação da rodovia”, caso a medida seja aprovada pelo Congresso Nacional.

No caso da BR-101, segundo o contrato assinado em 2013, metade da rodovia no Estado teria que estar ampliada em 2019, mas até este momento nenhum quilômetro foi duplicado.

Nesta sexta-feira (22), Vidigal participou de reunião com o Comitê BR-101/ES Duplicação Já da OAB/ES para discutir as medidas que podem ser tomadas em relação à retomada das obras da rodovia pela Concessionária ECO 101.

Infelizmente, só em 2017, acidentes recorrentes marcaram a vida dos capixabas. Foram duas tragédias de grande proporção (uma com 23 fatalidades e outra, mais recente, com 11 perdas de vidas), além de mais de 150 mortos até o mês de setembro.

0 1
No dia Internacional da Paz, Vidigal diz que é preciso lutar pelo respeito e pela igualdade social.
No dia Internacional da Paz, Vidigal diz que é preciso lutar pelo respeito e pela igualdade social.

No dia Internacional da Paz, comemorado nesta quinta-feira (21), o deputado federal Sergio Vidigal (PDT-ES) afirmou que é preciso lutar pelo respeito e pela justiça socioeconômica.

Em discurso proferido na Tribuna da Câmara dos Deputados, Sergio Vidigal também reforçou a necessidade de órgãos internacionais apoiarem propostas que promovam a igualdade social e a resolução de conflitos entre as nações.

“A paz depende de um arranjo institucional que seja estável. Tanto dentro de cada país, como na ordem internacional. É um processo cuja construção nunca termina. Sua fragilidade demanda nossa eterna vigilância”, comentou o deputado.

Vidigal lembra que todos os dias os noticiários nos mostram o tanto que a paz é frágil. O que se vê, segundo o parlamentar, são ditadores que exibem o seu arsenal nuclear, grupos étnicos que perseguem minorias, países que buscam expandir seu território e retiram direitos dos povos sob ocupação, entre outros fatos.  “Por isso, repito, é necessário voltar constantemente a essa reflexão”, destacou.

Em sua fala, o pedetista cita nomes importantes da história da humanidade com reflexões marcantes sobre a paz, como o físico Albert Einstein, o médico neurologista criador da psicanálise, Sigmund Freud, o filósofo Baruch de Spinoza e o líder político indiano, Mahatma Gandhi.

Para o deputado, são pessoas que reconheciam que a guerra e o uso da força para resolver conflitos humanos são constantes ao longo da nossa história. Porém, sempre tinham a esperança de que é possível a construção ordem pacífica.

E termina seu pronunciamento com um pensamento de Gandhi para lembrar que a paz é o instrumento para a construção de um mundo mais igualitário: “A paz não é o objetivo final da humanidade, ela é o instrumento para a construção de um mundo melhor”, ponderou.

Dia Internacional da Paz

O Dia Internacional da Paz foi estabelecido pela Organização das Nações Unidas (ONU) e celebrado no dia 21 de setembro, data em que a Assembleia Geral da Organização iniciou suas atividades no ano de 1981.

É importante não confundir esta data comemorada hoje com o dia Mundial da Paz, celebrado no dia 1º de janeiro. O primeiro dia do ano é uma criação vinculada ao catolicismo, com o objetivo de promover o sentimento da paz pelo mundo, então marcado pela Guerra Fria e pela instabilidade bélica, em 1967.

 

 

 

 

0 16
Vidigal propõe mudar para dez anos a reprogramação de concessões em rodovias
Vidigal propõe mudar para dez anos a reprogramação de concessões em rodovias

O deputado federal Sergio Vidigal (PDT-ES) protocolou três emendas à Medida Provisória (MP) 800/2017 (conhecida como MP das Rodovias), entre elas, uma que prevê a redução de 14 para dez anos o prazo máximo para a reprogramação do cronograma de investimentos em rodovias.

Para Sergio Vidigal, o aumento no prazo de duplicação de uma rodovia, que pode passar de cinco para 14 anos, é considerado longo. “A publicação da MP das Rodovias é preocupante, pois vai permitir que concessionárias como a ECO 101, que administra as obras da BR-101/ES, possam ter um prazo maior para cumprimento dos contratos. É por isso que propomos uma emenda para reduzir esse prazo para dez anos”, explicou o deputado.

O parlamentar também quer proibir a reprogramação nos casos de empresas concessionárias que não estejam cumprindo o contrato de concessão. O texto vista a inclusão do parágrafo 9° ao artigo 1º da medida. Segundo a Lei nº 8.987, de 13 de fevereiro de 1995, que trata do regime de concessão e permissão da prestação de serviços públicos previsto no artigo 175 da Constituição Federal, quando a empresa não cumpre as regras contratuais, é possível declarar que a concessão caducou ou aplicar as devidas penalidades.

Outra emenda protocolada pelo deputado determina que a redução da tarifa de pedágio deverá ser aplicada imediatamente após a empresa concessionária aderir à reprogramação.

“Será uma forma de compensar pela reprogramação dos investimentos”, afirmou o parlamentar. Essa medida modifica a alínea “a” do inciso II do artigo 1º da MP.

A matéria será analisada em Comissão Mista (formada por deputados e senadores). Depois, o texto segue para o Plenário da Câmara e, em seguida, para o Plenário do Senado.

MP das Rodovias

Na terça-feira passada (19), a Medida Provisória foi publicada no Diário Oficial da União (DOU). Segundo o texto, a reprogramação será feita em acordo entre a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), e as concessionárias, e as condições vão depender ainda de regulamentação do Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil.

0 9
Vidigal destaca investimentos de R$ 500 mil para o esporte em Jacaraípe

Para promover o acesso de jovens e adultos a atividades culturais e esportivas, o deputado federal Sergio Vidigal (PDT-ES) esteve, nesta sexta-feira (22), no bairro Laranjeiras, em Jacaraípe, na Serra. Durante o encontro, acompanharam o parlamentar o Secretário de Estado de Esportes, Roberto Carneiro, e do Secretário de Estado de Direitos Humanos, Júlio Pompeu.

Na oportunidade, Sergio Vidigal falou da implantação de um campo de futebol de grama sintética, para o qual destinou R$ 500 mil em emenda parlamentar. “Esses recursos são para que todos tenham acesso a práticas esportivas”, comentou.

O pedetista falou ainda do programa Ocupação Social que promove a redução da criminalidade por meio da musicalização e cursos de qualificação. Para ele, é uma ferramenta importante para promover a inclusão social e afastar os jovens da violência.

“É através da educação e de oportunidades que vamos afastar a nossa juventude da criminalidade”, reiterou.

Violência

São assustadores os índices de violência no Espírito Santo, principalmente na Serra. Segundo dados Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) de 2015, a Serra apareceu na lista das 30 cidades mais violentas do país, segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O município é o único do Espírito Santo e da região Sudeste do Brasil presente na lista.

A cidade capixaba ficou na 29ª posição, com 315 homicídios e 21 Mortes Violentas com Causa Indeterminada (MVCI) naquele ano. A pesquisa considerou apenas municípios com mais de 100 mil habitantes e levou em conta as cidades com maior taxa de homicídio naquele período.

Por outro lado, o levantamento mostra que a partir de 2013 o ES saiu da lista dos cinco estados mais violentos do país, pela primeira vez, ocupando em 2015 a 15ª posição nacional.

E, pensando neste contexto, o deputado está defendendo na Câmara dos Deputados um projeto de lei que federaliza a educação no Brasil para mostrar que os jovens mais próximos da educação, esportes e cultura que os jovens ficarão mais distantes da criminalidade.

 

 

0 7
Projeto de lei de Vidigal proíbe venda de bebidas alcoólicas em postos de gasolina
Projeto de lei de Vidigal proíbe venda de bebidas alcoólicas em postos de gasolina

Entre as principais causas de acidentes de trânsito, está o consumo de bebidas alcoólicas. É comum em rodovias estaduais e nas cidades se ver postos de gasolina disponibilizando bebidas para o consumo dos motoristas e as graves consequências a que essa atitude pode levar.

Para mudar essa realidade e buscar preservar a segurança no trânsito, o deputado federal Sergio Vidigal (PDT-ES) apresentou o projeto de lei 8487/2017, que proíbe venda de bebidas alcoólicas em postos de gasolina e em suas lojas de conveniência. A medida altera a Lei 11.705, de 19 de junho de 2008, também conhecida como “Lei Seca”.

“Entendemos que a proibição da venda deste tipo de bebida em postos de combustível atua plano da segurança e da educação para o trânsito. Seus impactos refletirão na garantia à vida e à saúde, ampliando o benefício aos cidadãos brasileiros”, ressaltou o parlamentar.

Apesar dos avanços da legislação federal no trânsito que são seguidos por diversos estados e alguns municípios, ainda há localidades que resistem à proibição da venda de bebidas alcoólicas em postos de combustível dentro do perímetro urbano, o que levou à judicialização do tema.

Violência no trânsito

Segundo relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS) divulgado em 2015, o Brasil é um dos países com trânsito mais violento do mundo. Os dados mostram que a taxa de mortalidade no trânsito brasileiro subiu, desde 2003, de 18,7 para 23,4 pessoas a cada 100 mil habitantes.

Essa realidade coloca o nosso país como o terceiro trânsito que causa mais mortes, em todo o continente americano. “Por mais que a violência no trânsito tenha origem em múltiplas causas e seja tema complexo, não se pode negar que o consumo de bebidas alcoólicas pelos motoristas é um fator de grande relevância para o agravamento desse quadro”, justificou o parlamentar.

Em comparação a outros países, o Brasil demorou a adotar leis mais rígidas no combate ao consumo de álcool por condutores de automóveis, há oito anos com a “Lei Seca”. No país, há inúmeras fontes de venda de bebidas alcoólicas, mas a disponibilização da mercadoria em postos de combustível, segundo o parlamentar, as tornam de fácil acesso por parte dos motoristas.

“Isso permite que os postos e suas lojas de conveniência se transformem em verdadeiros bares, junto com os transtornos causados à vizinhança pelo desvio de uso do estabelecimento”, reiterou o parlamentar, acreditando que a aprovação do projeto contribuirá para a redução de acidentes nas vias.

0 4
Vidigal aprova lei que autoriza delegado a adotar medidas protetivas a mulher
Vidigal aprova lei que autoriza delegado a adotar medidas protetivas a mulher

A Câmara dos Deputados volta a dar continuidade, a partir desta terça-feira (19), à votação da Reforma Política. Entre os itens em pauta, está a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 282/16 que altera as regras sobre coligações partidárias nas eleições proporcionais e cria uma cláusula de desempenho para acesso a recursos do Fundo Partidário de R$ 3,6 bilhões e ao horário gratuito de rádio e TV.

De acordo com deputado federal Sergio Vidigal (PDT-ES), a criação do fundo vai contra a população. “É um absurdo que tanto dinheiro seja gasto com financiamento de campanha”, ressaltou.

Baseado nesse item que vai prejudicar todos os brasileiros, o parlamentar defende, por meio do Projeto de Lei 1555/2015, que retira dinheiro e acaba com o repasse do Tesouro Nacional para o Fundo Partidário.

Também estará em votação a PEC 77/03 que altera o sistema para eleição de deputados e vereadores e cria um fundo público para o financiamento das eleições.

Para Vidigal, esta medida que estabelece o “distritão” para as eleições de 2018 e de 2020 vai beneficiar apenas os detentores de mandato e caciques da política a se elegerem e, assim, dificultando a renovação na política.

“Um verdadeiro atentado à democracia. É triste ver boa parte do Congresso desconectado da vontade popular. Uma reforma completa deve contar com a participação da população, que é quem vota para escolher seus representantes”, afirmou.

Por outro lado, o deputado é favorável, ao fim das coligações de partidos nas eleições que seguem o sistema proporcional (para escolher deputados estaduais, deputados distritais, deputados federais e vereadores). O texto-base desta matéria já foi aprovado em primeiro turno. É preciso, agora, a votação em segundo turno, o que vai ocorrer somente depois da análise da outra matéria que trata do distritão.

Veja como o deputado Sergio Vidigal analisa cada ponto da Reforma Política:

Fundo Partidário: “É um absurdo que tanto dinheiro seja gasto com financiamento de campanha”.

Distritão: “O distritão vai beneficiar os detentores de mandato e caciques da política a se elegerem, dificultando a renovação na política. Um verdadeiro atentado à democracia. É triste ver boa parte do Congresso desconectado da vontade popular”.

Fim das coligações: “Sou favorável ao fim das coligações”.

Candidaturas simultâneas: “Sou contra esse tipo de possibilidade, vejo isso como oportunismo. Durante uma campanha o candidato faz o plano de governo de acordo com o pleito que vai ocupar, por isso defendo que a cada ano ele possa concorrer em apenas um cargo”.

Fim do cargo de vice: “Sou contra o fim do cargo de vice, acredito que ele tem um grande papel no mandato, auxiliando e substituindo o prefeito quando necessário”.

Mandato de cinco anos: “Sou a favor do mandato de cinco anos, inclusive para senadores. Acho que dessa forma a população sairia ganhando, pois o candidato trabalharia de fato sem pensar na reeleição”.

Redes Sociais

21,230FãsCurtir
352SeguidoresSeguir
0AssinantesAssinar